18/04/2018

Saiu no Correio Braziliense do dia 16 de abril uma entrevista com Luciana Lara e outros artistas da cidade sobre o Centro de dança do DF! Confira também sobre o novo espetáculo da Companhia na reportagem!

Saiu no Correio Braziliense ontem sobre o Centro de Dança do DF e o novo espetáculo da Anti Status Quo..
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Para ler a reportagem na íntegra acesse:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2018/04/16/interna_diversao_arte,673824/ocupacao-do-centro-de-danca-vai-reunir-grupos-e-artistas-do-df.shtml


Trecho:

Luciana Lara, do Anti Status Quo (ASQ), lembra que a dança de Brasília perdeu muito com o fechamento do centro e que existe grande expectativa quanto à reabertura. Ela teme que os desejos políticos se sobreponham às necessidades da comunidade e pede aos gestores que escutem os profissionais da dança quando se tratar da destinação do espaço.

“O Centro de Dança devia ser um espaço para a dança pensada como arte, fora do mercado, um espaço que proteja uma dança de pesquisa, que faça evoluir a própria linguagem. Assim, haveria realmente a possibilidade de ele ter algum tipo de impacto na dança do Distrito Federal”, acredita a coreógrafa e bailarina. Espaços de formação acadêmica, ela lembra, já existem em Brasília. Mas locais destinados ao fomento de experimentações estão em falta.


Trabalho


Para o ASQ, a reabertura representa uma tranquilidade no sentido de haver um local para trabalhar. Aos 28 anos, a companhia nunca deixou de criar, mas, nos últimos anos, só conseguiu garantir os ensaios durante três dias da semana. “A gente ensaia em média quatro horas por dia, cinco dias por semana. A própria Secretaria (de Cultura) disponibilizou a sala de balé do Teatro Nacional para a gente continuar pesquisando e ensaiando”, conta Luciana.


O ideal, seria a companhia poder trabalhar oito horas por dia, o que agora será possível com a reabertura do Centro de Dança. “Isso vai nos ajudar a ter uma estrutura mínima para pesquisar com mais qualidade e ir mais a fundo em alguns trabalhos com o mínimo de estrutura física”, diz Luciana.


A ASQ prepara um trabalho novo para estrear cerca de três meses após a reabertura. Microutopias, cuja fase final será gestada no Centro de Dança, é um desdobramento da pesquisa Corpo e Cidade, desenvolvida pela companhia desde 2006 e que resultou em intervenções urbanas como Sacolas na cabeça e instalações coreográficas como De carne e concreto, apresentada recentemente em Zurique (Suíça).


Pesquisa


Microutopias será realizado nas ruas de Brasília e haverá um itinerário a ser seguido pelo público para que possa se deparar com o espetáculo. “Essa pesquisa tem vários elementos de intervenção urbana, instalação, artes visuais, dança. É uma grande mistura do aprendizado que a gente tem tido sobre a relação do corpo com a cidade, com o cotidiano, com coisas pequenas que a gente experiência e às quais, muitas vezes, a gente não dá valor”, avisa a coreógrafa.

17/04/2018

Anti Status Quo saiu na revista CULT de março!

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica  está na  matéria de 5 páginas sobre O MITsp - Mostra internacional de teatro de São Paulo na Revista Cult , edição de março!



Trecho de Welington Andrade publicado:

“De Carne e Concreto O convite à imersão e a participação da Anti Status Quo Companhia de Dança constitui uma provocação sobre a condição urbana e a sociedade de consumo sob a perspectiva do corpo. Na instalação performers e público se confundem formando um corpo coletivo. Numa sucessiva operação de acumulação e dispersão de objetos, os artistas rasgam o espaço, chocam-se, disputam. Destacam-se as escolhas dramatúrgicas e coreográficas do trabalho que friccionam corpo e cidade, indivíduo e coletivo, espaço e tempo.”



Acesse: https://revistacult.uol.com.br/home/mitsp-quinta-edicao-2018/

10/04/2018

A intervenção urbana Sacolas na Cabeça está no MID - Movimento Internacional da dança! Dia 22 de abril ás 17 horas no CCBB em Brasília-DF. Venha fazer a oficina e fazer parte da intervenção com a gente!!!!

Acesse: https://www.movimentoid.com.br/copia-copia-copia-copia-teoria-de




Faremos uma oficina sobre intervenção urbana em que os participantes farão parte da intervenção junto dos bailarinos da Companhia! Participe as inscrições são gratuitas!




Acesse: https://www.movimentoid.com.br/copia-atividades-paralelas


Nos dias 21 e 22 de Abril, o MID traz ao CCBB a oficina sobre intervenção urbana com Luciana Lara. Partindo da prática de exercícios que resultaram na criação de “Sacolas na cabeça’’, o participante entra em contato com conceitos como: figura, fundo e composição coletiva. Com o intuito de proporcionar uma experiência modificadora da percepção e dos afetos e promover a reflexão sobre a prática do trabalho com intervenções urbanas, a oficina culmina na participação de todos os inscritos na realização do “Sacolas na Cabeça” junto com os dançarinos da Anti Status Quo Companhia de Dança no dia 22/04 ás 17hs.


☛ Inscrição prévia pelo e-mail edsonbeserra.mid2018@gmail.com
E no dia 21, no local, até às 14h
*Maiores de 18 anos.


Informações detalhadas:


Oficina de Intervenções Urbanas/ Sacolas na Cabeça com Luciana Lara
Ministrante(s): Luciana Lara


Mini currículo da ministrante: Coreógrafa e diretora da Anti Status Quo Companhia de Dança (Brasília-DF). Mestre em Artes na Universidade de Brasília-DF- UNB/ Linha de pesquisa: Processos Composicionais para a Cena. Especialização em coreografia e coreologia no Laban Centre em Londres- Inglaterra (1996-1998). Formada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Professora de Corpo e Movimento desde 1988. Autora de “Arqueologia de Um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico” – Editora Antistatusquo (2010).

Carga horária: 6 horas

Período: dias 21/04 de 14 ás 17hs e dia 22/04 de 15 ás 18hs ( 3 horas de oficina por dia , sendo que na última hora do último dia é realizada a intervenção urbana)

Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB de Brasília - galeria 4)

Inscrição prévia pelo e-mail: edsonbeserra.mid2018@gmail.com

Indicação de público: Qualquer pessoa interessada em conhecer intervenções urbanas, ou ação artística urbana pensada por artistas da dança contemporânea que não necessariamente tem ligação prévia com as artes. E, também, estudantes de teatro, dança e performance, artistas de outras linguagens, bailarinos, atores e performers profissionais. A ideia é justamente promover o encontro de especialistas na área e pessoas amantes das artes e interessadas para uma vivência coletiva.

Quantidade máxima de vagas: ilimitada (Estamos buscando um número grande de participantes para intensificar a experiência e o efeito da intervenção, convide seus amigos).

Pré-requisitos: Maiores de 18 anos, com disponibilidade para participar de toda a carga horária do workshop e da realização da intervenção urbana “Sacolas na Cabeça“ junto dos bailarinos da Anti Status Quo Companhia de Dança.

Release/Conteúdo do workshop: A partir da prática de exercícios e o compartilhamento de estudos dramatúrgicos que fizeram parte do processo de criação da intervenção urbana “Sacolas na cabeça,” o participante entrará em contato com as noções teóricas e práticas que permeiam os trabalhos de intervenção urbana desenvolvidos pela Anti Status Quo Companhia de Dança em 8 anos de pesquisa neste campo de atuação artística.

O conteúdo do workshop abarcará introdução a arte contextual / estudo do contexto, mapeamento e percepção do espaço urbano/ descrição etnográfica, arte relacional, a realidade, a ficção e a intenção, corpo como ponto focal, o dado e o perceptível, os donos da rua, fluxos e aparelho urbano, o ato de integrar e destacar, ponto de vista e perspectiva de um ponto, figura e fundo e composição coletiva.

O workshop culmina na participação de todos os participantes na realização da intervenção urbana “Sacolas na Cabeça” junto com os dançarinos da Anti Status Quo Companhia de Dança. A proposta é proporcionar uma experiência coletiva em espaço urbano modificadora da percepção e dos afetos e promover a reflexão sobre a prática do trabalho com intervenções urbanas.

Observação: A oficina é gratuita para os participantes mas temos a prática de mencionar que a oficina não é de graça pois ela está sendo subsidiada pelo festival, dessa forma a bolsa individual/ investimento no participante é equivalente a 500,00 reais (Valor de mercado que a pessoa pagaria se fosse fazer essa mesma oficina com essa carga horária e conteúdo com este profissional fora do festival). Essa é uma maneira que encontramos de quantificar e tornar consciente aos participantes ações como estas. As inscrições gratuitas não significam que os profissionais trabalham de graça , acreditamos que dando acesso a essa informação contribuímos para um maior entendimento das ações e a valorização do profissional da dança, ajudando na construção de um mercado e no equilíbrio do ecossistema econômico da dança em Brasília.



16/03/2018

Anti Status Quo Companhia de dança no Zürich Moves! Vamos pra Suiça neste final de semana!



Neste final de semana a Anti Status Quo Companhia de Dança viaja para Zurique na Suiça para o Zürich moves! 2018 que acontece de 19 a 25 de março!

Apresentaremos nosso De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival no dia 23 de março, sexta feira às 18:30 no Walcheturm, Kanonegasse, 20, 8004 Zurich.
Saiba mais sobre a curadoria do festival e veja toda programação: https://www.zurichmoves.com


Zürich moves! 2018 examina os traços que a atual situação sociopolítica e o clima mundialmente severo deixam nas práticas de performance contemporânea. Os trabalhos apresentados descrevem esses traços, transmitem e processam. E eles pedem a criação de novas formas de comunidade.

Arte como um lugar de refúgio nestes tempos difíceis!




English:

This weekend the Anti Status Quo Dance Company travels to Zurich in Switzerland for Zürich moves! 2018 that happens from March19, to 25.

We will present our Of Flesh and Concrete - A Choreographic Installation at the Festival on March 23, Friday at 6:30 pm at Walcheturm, Kanonegasse, 20, 8004 Zurich.

Learn more about festival curatorship and see the program:https://www.zurichmoves.com

Zürich moves! 2018 examines the traces, which the current socio-political situation and the globally harsh climate leave in contemporary performance practice. The presented works depict these traces, convey and process them. And they call for the creation of new forms of community.
Art as a place of refuge in these rough times!


    Foto Mila Petrillo






Saiu sobre a participação da Anti Status Quo no Zürich moves no Züritipp !!!!

De Carne e concreto
Sie stellen die Wahrnehmung auf den Kopf. Sie enthüllen, was durch Konventionen verborgen ist. Die Anti-Status-quo-Companhia-De-Dança aus Brasilien bewegt sich weg von etablierten Standards – sei es ohne Kleider oder in Abfall gekleidet. «Von Fleisch und Beton» ist eine choreografische Installation, die Fragen zu Kommerz, Konsum und dem Leben in urbanen Zentren aufwirft.
Fr 23.3., 18.30 Uhr, Walcheturm











De Carne e concreto
Sie stellen die Wahrnehmung auf den Kopf. Sie enthüllen, was durch Konventionen verborgen ist. Die Anti-Status-quo-Companhia-De-Dança aus Brasilien bewegt sich weg von etablierten Standards – sei es ohne Kleider oder in Abfall gekleidet. «Von Fleisch und Beton» ist eine choreografische Installation, die Fragen zu Kommerz, Konsum und dem Leben in urbanen Zentren aufwirft.
Fr 23.3., 18.30 Uhr, Walcheturm

04/03/2018

Oficina Residência de Intervenções Urbanas - Sacolas na cabeça em São Paulo-SP no dia 7 de março!!!!!



Convite para o pessoal de São Paulo!


Antes do MITsp estaremos realizando uma oficina residência para a realização da intervenção urbana Sacolas na Cabeça! Vem participar com a gente dessa intervenção!


Inscrições gratuitas.





Oficina residência gratuita sobre intervenção urbana com Luciana Lara que finaliza com a realização da intervenção urbana "Sacolas na Cabeça da Anti Status Quo Companhia de Dança em São Paulo-SP!

Conteúdo: A partir da prática de exercícios e o compartilhamento de estudos dramatúrgicos que fizeram parte do processo de criação da intervenção urbana “Sacolas na cabeça,” o participante entrará em contato com as noções teóricas e práticas que permeiam os trabalhos de intervenção urbana desenvolvidos pela Anti Status Quo Companhia de Dança em 8 anos de pesquisa neste campo de atuação artística.

Falaremos de Arte contextual / estudo do contexto, mapeamento e percepção do espaço urbano/ descrição etnográfica, arte relacional, a realidade, a ficção e a intenção, corpo como ponto focal, o dado e o perceptível, os donos da rua, fluxos e aparelho urbano, o ato de integrar e destacar, ponto de vista e perspectiva de um ponto, figura e fundo e composição coletiva.

A oficina culmina na participação de todos os participantes na realização da intervenção urbana “Sacolas na Cabeça” junto com os dançarinos da Anti Status Quo Companhia de Dança. A proposta é proporcionar uma experiência coletiva em espaço urbano modificadora da percepção e dos afetos e promover a reflexão sobre a prática do trabalho com intervenções urbanas.

O Sacolas na cabeça é uma intervenção urbana onde pessoas andam pelo espaço urbano vestidas com sacolas de compras na cabeça. O ambiente das ruas é modificado com a invasão e a presença de uma espécie de seres, aparições que desafiam a lógica e instigam a realidade, criando um mundo paralelo. São um convite à interação e a novas percepções. Com uma profusão de interpretações e sentidos, detonam relações, reações, situações, e interpretações que revelam o que está invisível, porém latente no contexto sócio político cultural de um dado espaço e momento

Ministrante: Luciana Lara - Coreógrafa e diretora da Anti Status Quo Companhia de Dança (Brasília-DF).

Mini currículo da ministrante: Mestre em Artes na Universidade de Brasília-DF- UNB/ Linha de pesquisa: Processos Composicionais para a Cena. Especialização em coreografia e coreologia no Laban Centre em Londres- Inglaterra (1996-1998). Formada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Professora de Corpo e Movimento desde 1988. Autora de “Arqueologia de Um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico” – Editora Antistatusquo (2010).

Carga horária: 3 horas

Dia: 7 de Março de 2018 (quarta-feira)

Período: de 15 ás 18hs. De 17 ás 18hs realizaremos a intervenção como finalização da oficina.

Local: Tendal da Lapa e arredores

Quantidade máxima de vagas: ilimitada (Estamos buscando um número grande de participantes para intensificar a experiência e o efeito da intervenção).
Pré-requisitos: Maiores de 18 anos, com disponibilidade para participar de toda a carga horária do workshop e da realização da intervenção urbana “Sacolas na Cabeça“ junto com os bailarinos da Anti Status Quo Companhia de Dança.

Inscrições: Gratuitas pelo e-mail: oficinaintervencaourbanasp@gmail.com ou no local da oficina com antecedência de 15 minutos.

Mais informações pelos whatsapps: (11) 996448014 (61) 996454443

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1811429982494850/


Biblioteca de Dança termina e deixa saudades!

Confira as fotos de Karina Zambrana/Coletivo Conversa da Biblioteca de Dança que aconteceu de 1 a 3 de março no Centro de Dança DF como parte da programação da Reabertura do espaço.

Criação de Neto Machado e Jorge Alencar (BA), a "Biblioteca de Dança" possibilita a interação entre os artistas da área, que compartilharam coreografias que marcaram suas vidas com o público do Distrito Federal. Cada dançarino/ coreógrafo participante é como um livro vivo e fica disponível por algumas horas para que o público acesse diferentes “contações dançantes de história”.

Em Brasília os "volumes" ou "livros" da Biblioteca de dança foram com os artistas da dança brasiliense: Fabiana Balduína, Giovane Aguiar,  Luciana Lara, Márcia Duarte, Mônica Berardinelli e também os próprios  criadores da instalação Jorge Alencar e  Neto Machado.




































































Foi uma mistura de dança , memória, estória, ficção, emoção, reflexão, encontro, compartilhamento, troca, lágrimas e boas risadas, muito afeto e mais tudo que a experiência de um encontro com o outro pode! Vai deixar saudades!

01/03/2018

Depois da festa de ontem, a reabertura do Centro de Dança do DF segue até sábado dia 3 de março! Anti Status Quo segue participando! Confira toda a programação!

Ontem, dia 28 de fevereiro  junto com toda a comunidade de dança de Brasília participamos da reabertura do Centro de Dança! Foi bom demais ver a esperança renovada estampada nos rostos de amigos e colegas de luta e profissão, alunos e artistas de diversas áreas que fazem parte da história da Cultura de Brasília!.

Nós da Anti Status Quo comemoramos o momento com olhos no infinito, desejos pulsantes e pés no chão. Como uma das metáforas possíveis da nossa performance de ontem na fachada de entrada do prédio do Centro de dança no início da festa, sabemos que podemos juntos fazer a dança alcançar outros patamares e dimensões, que é preciso muito esforço, confiança mútua, e esforço conjunto nesta conquista. Abraçamos e acariciamos o centro de dança com nossos corpos e nossos sonhos, na esperança de poder cumprir nossas potências como artistas e indivíduos fazendo nosso trabalho, da maneira que a gente acredita, com liberdade, mais dignidade e melhores condições. Sabendo do desafio e da utopia  de colocar tudo isso em prática,  enviamos muita energia positiva e desejamos que junto com essa reinauguração, se inaugure um outro momento na dança brasiliense, como muito desenvolvimento e novas perspectivas!

O Centro de dança agora tem site! Confira:http://www.centrodedancadf.com.br

Veja o gif da performance:

























Foi ontem:





























Veja a reportagem no correio:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2018/02/27/interna_diversao_arte,662562/reabertura-do-centro-de-danca-do-df.shtml


O Governo de Brasilia, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, fez uma festa junto com a comunidade de dança de Brasília para a reabertura do Centro de Dança do DF, ontem, quarta-feira dia 28 de fevererio a partir das 19h. Com performances de artistas, exposição fotográfica organizada por Marconi Valadares e Yara de Cunto, solenidade com falas do secretário de Cultura Guilherme Reis, o governador Rodrigo Rollemberg,  nossa querida Yara de Cunto e Jorge Alencar, membro da equipe do Conexões Criativas da Bahia que vai gerir junto com a SECULT os primeiros 10 meses de atividades do Centro de Dança do DF.



Yara de Cunto na reabertura

Ao longo da semana o Conexões Criativas preparou diversas programações aberta a comunidade como o Seminário Abre alas e a Biblioteca de Dança. Luciana Lara - Diretora da Anti status Quo participará da Biblioteca de Dança!

Veja a programação:





























PROGRAMAÇÃO: 

Data: 01/03, 02/03 e 03/03 (quinta a sábado)
Horário: 14h00 às 19h30
Valor: Gratuito


01/03 (quinta): DANÇA E MEMÓRIA

14h00 às 16h00: Mesa-redonda “O corpo e suas marcas”
Pensar a memória na dança como motor de novos procedimentos criativos.
Com: Denise Stutz (RJ), Lenora Lobo (DF), Susi Martinelli (DF) e Thereza Rocha (CE)
Mediação: Leonardo França (BA)
16h00 às 16h30: Intervalo
16h30 às 17h00: DF em Pauta
Cases relacionados ao tema
Com: Juliana Castro (DF) e Yara de Cunto (DF)
17h00 às 17h30: Lançamento de livro
“O que é dança contemporânea?”, Thereza Rocha (CE)
17h30 às 19h30: “Biblioteca de Dança” + Mostra de videodança

02/03 (sexta): DANÇA E DIVERSIDADE

14h00 às 16h00: Mesa-redonda “Corpo como narrativa política”
Debater questões de corpo, diferença, representatividade e ações afirmativas na dança.
Com: Edu O. (BA), Fabiana Balduíno (DF), Raphael Balduzzi (DF) e Vânia Oliveira (BA)
Mediação: Jorge Alencar (BA)
16h00 às 16h30: Intervalo
16h30 às 17h00: DF em Pauta
Cases relacionados ao tema
Com: Joceline Gomes (DF) e Raphael Tursi (DF)
17h00 às 17h30: Lançamento de livro
“Os Destinos de Judite”, Edu O. (BA)
17h30 às 19h30: “Biblioteca de Dança” + Mostra de videodança

03/03 (sábado): DANÇA E INFÂNCIA

14h00 às 16h00: Mesa-redonda “Danças, infâncias e corporalidades”
Pensar como a dança pode propor novos modos de nos relacionarmos com as crianças em criações artísticas e/ou pedagógicas.
Com: Carlos Laredo (DF), Fernanda Bertoncello Boff (RS), Georgia Lengos (SP) e Susana Prado (DF)
Mediação: Neto Machado (BA)
16h00 às 16h30: Intervalo
16h30 às 17h00: DF em Pauta
Cases relacionados ao tema
Com: Dani Couto (DF) e Coletivo Antônia + Rita Castro (DF)
17h00 às 17h30: Lançamento de livro
“Pequenices: dança, corpo e educação”, Fernanda Bertoncello Boff (RS)
17h30 às 19h30: “Biblioteca de Dança” + Mostra de videodança


A BIBLIOTECA DE DANÇA:

A "Biblioteca de Dança" possibilita a interação entre os artistas da área, que compartilharão coreografias que marcaram suas vidas com o público do Distrito Federal. Cada dançarino participante é como um livro vivo que está disponível por algumas horas para que o público acesse diferentes “contações dançantes de história”. 










No vídeo a seguir Neto Machado e Jorge Alencar, artistas e criadores do "Biblioteca de Dança", falam sobre o projeto, uma instalação coreográfica performada por cinco artistas locais e também por eles e outros convidados, e que acontece de 1 a 3 de março no Centro de Dança do DF. Conheça mais sobre este projeto que já rodou por cidades brasileiras e de outros países, como Barcelona, Belgrado, Salvador, Campinas e São Paulo. E venha assistir e "ler" a dança a partir da interação com artistas. Spoiler: é de se emocionar!  Entrada gratuita.






A diretora e coreografa da Anti Status QUO Companhia de Dança, Luciana Lara, também é um dos volumes da "Biblioteca de Dança", que faz parte da programação do CDDF de 1º a 3 de março. Saiba quais são os capítulos que ela disponibiliza em sua performance e convide seus amigos para participar!




Serviço:



Biblioteca de Dança

De Neto Machado e Jorge Alencar

Volumes: Fabiana Balduína, Giovane Aguiar, Jorge Alencar, Luciana Lara, Márcia Duarte, Mônica Berardinelli e Neto Machado

Dias: 1,2 e 3 de Março

Horário: de 17h30 às 19h30

Local: Centro de Dança do DF

Entrada Gratuita





25/02/2018

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no MITsp dias 9 e 10 de Março! Confira!



De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica da Anti Status Quo Companhia de Dança no MITsp - Mostra Internacional de Teatro de São Paulo! Estamos dentro da MITbr - Plataforma Brasil nos dias 9 e 10 de Março no espaço Tendal da Lapa, São Paulo -SP as 20h!


Ingressos já disponíveis!!!


Confira:http://mitsp.org/…/de-carne-e-concreto-uma-instalacao-core…/






Serviço:


Festival: MIT - Mostra Internacional de Teatro , São Paulo-SP

Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança

Espetáculo: De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica

Quando: Dia 09 e 10/03 às 20h

Onde: Tendal da Lapa

Duração: 140 minutos

Classificação indicativa: Acima de 18




20/02/2018

Luciana Lara foi entrevistada pelo Projeto O Olhar na dança. Confira!

Foi publicado no Portal O Olhar na dança trecho de entrevista de Luciana Lara, coreógrafa e diretora da Anti Status Quo Companhia de Dança sobre  processo criativo. Os bailarinos da Companhia, também aparecem se aquecendo, em uma filmagem que registra um pouco de nossa rotina diária  de treinamento e pesquisa.  A entrevista completa fará parte de um livro e DVD que faz parte do projeto homônimo O Olhar na dança e que tem a intenção de mapear  a dança contemporânea no Brasil, segundo a idealizadora  Juana Miranda.







Conheça mais sobre o o projeto  e veja mais entrevistas, com mais 4 coreógrafos do DF: Lenora Lobo, Laura Virgínia e Jana Marques.

Link para os vídeos: http://www.oolharnadanca.com.br/entrevistas_todas/

Não deixem de conferir!!!!!


18/02/2018

Anti Status Quo Companhia de Dança na MITsp - Mostra Internacional de Teatro em São Paulo !

 De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica da Anti Status Quo Companhia de Dança vai participar da MITsp - Mostra Internacional de Teatro na mostra MITbr - Plataforma Brasil em São Paulo-SP, antes do Festival Zurich Moves! em Zurique na Suiça !


English

Before Zurich Moves! Festival em Zurich, Switzerland, Of Flesh and Concrete - A Choreographic Installation by Anti Status Quo Companhia de Dança will be at MITsp - Mostra Internacional de Teatro  in the a MITbr - Plataforma Brasil in São Paulo-BR!!!!



















Veja o vídeo da programação que está incrível: https://www.facebook.com/MostraInternacionaldeTeatroSP/videos/1789074974457421/




MITsp - Mostra Internacional de Teatro

A 5ª edição da  MITsp - Mostra Internacional de Teatro de São Paulo traz uma programação inédita de espetáculos, atividades reflexivas e pedagógicas. A cada ano montagens (nacionais e internacionais), workshops, palestras, debates e residências artísticas, que enveredam pela pesquisa de linguagem e percepção da teatralidade como campo expandido. Em 2018, a mostra acontece no período de 1 a 11 de março, ocupando vários espaços da cidade de São Paulo.


A MITbr – Plataforma Brasil é um programa de artes cênicas brasileiras dentro da  MITsp com onze produções contemporâneas nacionais que foram destaque entre 2017 e início de 2018, sob a curadoria de Christine Greiner, Felipe Assis e Welington Andrade.

Os espetáculos selecionados, além de se apresentarem na MITsp  2018, também terão na plateia programadores de festivais nacionais e internacionais.

A programação traz A Emparedada da Rua Nova, de Eliana de Santana, Canto Para Rinocerontes e Homens, do Teatro do Osso - Canto para Rinocerontes e Homens, Caranguejo Overdrive, da Aquela Cia., De Carne e Concreto, da Anti Status Quo Companhia de Dança, Dinamarca, de Grupo Magiluth, DNA de DAN, de Maikon K, Hotel Mariana, de Munir Pedrosa, Leite Derramado, do CLUB NOIR teatro, Nós, Os Outros Ilesos, de Carolina Mendonça, Procedimento 2 Para Lugar Nenhum, de Vera Sala e Vaga Carne, de Grace Passô.

Confira mais detalhes sobre essa novidade da quinta edição em: http://mitsp.org/2018/



11/02/2018

Anti Status Quo participa do Festival ZURICH MOVES em Zurique, Suiça!

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica, da Anti Status Quo Companhia de dança será apresentado na sétima edição do festival  Zurich Moves! no dia 23 de março, sexta-feira, ás 18:30 no espaço Walcheturm (Kanonegasse 20, 8004 Zurich) em Zurique, Suíça!


O ZURICH MOVES é um Festival para a prática artística contemporânea nas artes cênicas que  acontecerá de 19 a 25 de março, em vários espaços na cidade de Zurique. 

A curadoria do Zurich Moves 2018, realizada por Marc Streit, examina os traços que a situação sociopolítica atual e o clima mundialmente severo deixam na prática da performance contemporânea. Os trabalhos apresentados descrevem esses traços, transmitem e processam. E eles pedem a criação de novas formas de comunidade.

Arte como um lugar de refúgio nestes tempos difíceis!

Confira a programação:https://www.zurichmoves.com

Scroll down to english version of the text


















ANTI STATUS QUO COMPANHIA DE DANÇA

DE CARNE E CONCRETO - UMA INSTALAÇÃO COREOGRÁFICA



















Foto Mila Petrillo



De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica é um convite para ficar totalmente imerso e participar ativamente de uma experiência que questiona a condição humana da perspectiva do corpo. Na fronteira entre a dança contemporânea, a performance art, as artes visuais e o experimento social, o trabalho da Anti Status Quo Companhia de dança de Brasília, Brasil, levanta questões sobre como viver em sociedade em grandes centros urbanos e como nosso sistema econômico atual molda nosso comportamento.


Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança

Direção artística,dramaturgia e conceito: Luciana Lara

Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos e artistas colaboradores convidados

Elenco: Camilla Nyarady, Cristhian Cantarino, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Raoni Carricondo e Roberto Dagô.

Bailarinos colaboradores do processo criativo: Camilla Nyarady; Carolina Carret; Cristhian Cantarino; João Lima; Luara Learth; Raoni Carricondo; Robson Castro e Vinícius Santana.

Artistas convidados colaboradores do processo criativo: Marcelo Evelin; Gustavo Ciríaco e Denise Stutz.

Figurino e máscaras: Luciana Lara e elenco

Assessoria de iluminação: James Fensterseifer e Marcelo Augusto

Produção Brasil: Marconi Valadares

Produção internacional: Anna Ladeira

Fotos divulgação: Mila Petrillo


Anti Status Quo Companhia de Dança é um dos laboratórios independentes de criação e experimentação artística de dança contemporânea mais ativos no Centro-Oeste do Brasil. Fundada em 1988 em Brasília, dirigida pela coreógrafa Luciana Lara e pelo produtor Marconi Valadares, o grupo se destaca pelo hibridismo, o experimentalismo, o movimento e a pesquisa da linguagem da dança, dramaturgias críticas e políticas e o diálogo com as artes visuais e a filosofia. Os trabalhos mais recentes investigaram a relação entre corpo e cidade, comportamento social, arte como experiência e espectador participativo, e investiram em diferentes formatos de dança como instalações, intervenções urbanas, exposições e peças específicas do site.


A participação da Anti Status Quo Companhia de Dança em Zürich moves! tem o apoio financeiro do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal - Brasil.



Acesse a programação de 2018: https://www.zurichmoves.com




English

Of Flesh and Concrete - A Choreographic Installation by Anti Status Quo Dance Company will be presented on March, 23, friday at 18:30  at the Walcheturm (Kanonegasse 20, 8004 Zurich)in Zurich, Switzerland.

ZURICH MOVES! is a  Festival for contemporary arts practice in performing arts that will happen from 19th  to the 25th of March,  in several spaces of the city of Zurich..  

Zurich Moves 2018 is curated by Marc Streit and this year's programm examines the traces, which the current socio-political situation and the globally harsh climate leave in contemporary performance practice. The presented works depict these traces, convey and process them. And they call for the creation of new forms of community.

Art as a place of refuge in these rough times!

Check the festival's programm for 2018: https://www.zurichmoves.com










ANTI STATUS QUO COMPANHIA DE DANÇA

DE CARNE E CONCRETO - UMA INSTALAÇÃO COREOGRÁFICA



Foto Mila Petrillo


Of Flesh And Concrete – A Choreographic Installation is an invitation to become fully immersed and actively participate in an experience that inquires the human condition from the perspective of the body. At the boundary of contemporary dance, performance art, visual arts and social experiment, the work of Anti Status Quo Dance Company from Brasilia, Brazil, raises questions about living in society at large urban centers, and how our current economic system shapes our behavior.


Group: Anti Status Quo Companhia de Dança 

Artistic Director, choreography and concept Luciana Lara 

Research and creation Luciana Lara in collaboration with dancers and invited artists 

Dance Camilla Nyarady, Cristhian Cantarino, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Raoni Carricondo and Roberto Dagô 

Research and creation collaborators Camilla Nyarady, Carolina Carret,Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro and Vinícius Santana 

Invited process collaborators Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco and Denise Stutz 

Costumes and masks Luciana Lara and dancers

Lighting design consultants James Fensterseifer and Marcelo Augusto

Brazilian Production Marconi Valadares 

International Production Anna Ladeira

Photos: Mila Petrillo

Anti Status Quo Companhia de Dança is one of the most active independent artistic experimentation laboratory of contemporary dance in the Center-West of Brazil. Founded in 1988 in Brasilia, directed by the choreographer Luciana Lara and the producer Marconi Valadares, the group stands out for hybridism, experimentalism, movement and dance language research, critical and political dramaturgies and the dialogue with visual arts and philosophy. Recent works investigated the relationship between body and city, social behavior, experience and participative spectatorship and invested in different dance formats as installations, urban interventions, exhibitions and site-specific pieces.


The participation of Anti Status Quo Companhia de Dança in zürich moves! has the financial support of Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal - Brazil.







20/01/2018

2 Textos críticos sobre De Carne e Concreto acabaram de ser publicados no site do Labcrítica! Confira!


Dois textos críticos sobre De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica da Anti Status Quo Companhia de dança acabaram de ser publicados: Da exaustão, paisagens e acontecimentos: uma instalação? (first), de Tiago Amate ( jornalista, cineasta e artista-pesquisador no Programa de Pós-graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia) e  O concreto na carne no lixo na carne de Rayan Pires Sarmento (dançarino e pesquisador de Danças Urbanas. Técnico em Tradução, Tecnólogo em Logística e atualmente cursando Bacharelado em Teoria da Dança na UFRJ)!

Os textos foram produzidos durante o Intercâmbio entre o Laboratório de Critica e o Festival Panoram que promoveu um período de imersão nas atividades oferecidas pelo festival no ano de 2017 na cidade do  Rio de Janeiro-RJ. Saiba mais:  http://labcritica.com.br/festival-panorama/

Confira trechos dos textos aqui e acesse o link dos textos no site do Labcrítica para ler na íntegra cada texto!



Da exaustão, paisagens e acontecimentos: uma instalação? (first)
Por Tiago Amate



Foto: Coletivo CLAP


Trechos do texto: 

"A instalação coreográfica de Luciana Lara apresentada no Centro de Artes da Maré configura essa primeira incursão à incerteza dos limites entre eu e o outro, público e plateia e, neste caso mais específico, entre humanidade e lixo (humano?). De carne e concreto [9] examina a condição humana do corpo nas cidades, afundando-nos na dúvida ontológica do sujeito-objeto a partir de metáforas cênicas para a utilidade, o consumo, a velocidade, entre outras formas de controle sobre a vida de concreto nas metrópoles. Essas imagens são contrapostas a exaustivos estados de corpo, negociando picos de intensidade com as instalações (in)umanas criadas ao longo do experimento."

"A sacola na cabeça inventava uma outra cabeça. E mesmo me reconhecendo, era naquele instante um anônimo de mim mesmo, já que minha face não era totalmente visível, meus sentimentos também não o seriam a ninguém..."


Leia o texto de Tiago Amate na íntegra:






O concreto na carne no lixo na carne
Por Rayan Pires Sarmento


Foto: Coletivo CLAP


Trechos do texto: 

"Durante seu seguimento somos chocados pela crueza e visceralidade do trabalho, ao sermos expostos ao que há de mais concreto na humanidade, o nu – a nudez explicita o que é de verdade, quando estamos nus: não há nenhum tipo de ilusão e, também, não há mais o que esconder. O corpo nu é apenas o que é, o que há de mais natural. O tabu sobre a nudez é uma construção histórica por conta da hipererotização da nudez. Perceber aqui que a nudez é algo que choca não é pelo fato de estes corpos estarem nus, mas pela desconstrução proporcionada pela cena..."


"...Levantando a questão do consumo desenfreado e sem necessidade pelo qual passamos quase que diariamente – uma ironia do destino eu estar escrevendo este texto justamente na Black Friday – e o descarte das coisas que consumimos, lembro que uma frase clichê passou na minha cabeça ao assistir a cena “Você é o que você consome!”. Mas será que somos de fato isso? Ou será que somos consumidos por aquilo que consumimos?"

Leia o texto de Rayan Pires Sarmento na íntegra: http://labcritica.com.br/o-concreto-na-carne-no-lixo-na-carne/




11/01/2018

Saiu um vídeo sobre o Festival do Teatro Brasileiro Cena Braziliense em Minas Gerais!


Parabéns FTB e Sérgio Bacelar! Que lindo todos esses artistas de Brasilia juntos levando sua arte para além DF!!! Que forte foi essa edição de 2017!

Foi intenso pra nós da Anti Status Quo que  fizemos duas sessões lotadas do De Carne e Concreto -Uma Instalação Coreográfica, no espaço incrível da FUNARTE em Belo Horizonte, além de duas residências lideradas por Luciana Lara e de um encontro com o pesquisador, Luiz Carlos Garrocho! As residências foram, uma com o pessoal maravilhoso dos Sapos e Afogados e outra com uma galera incrível, 40 artistas de Minas Gerais, que culminou numa apresentação também realizada na FUNARTE. E ainda saiu uma crítica bem bacana sobre a apresentação do De Carne e Concreto no site de crítica: Horizonte da cena de autoria de Clóvis Domingos and Mário Rosa além do texto de Garrocho no seu Blog Duração e Diferença. Deixou saudades!A experiência foi riquíssima em trocas e aprendizados, e guardamos essa lembrança viva com carinho e especial apreço! 

Parabéns também a Ramon Brant e Lucas Brito pelas imagens e edição deste video, que aqui compartilhamos !!!

Vida longa ao Festival do Teatro Brasileiro!!!!! 
E que esses encontros se multipliquem em muitos outros e fortaleça a rede de artistas do Brasil!


02/01/2018

2018!

No último dia 21 de dezembro a Anti Status Quo Companhia de Dança completou 29 anos !
Estamos muito felizes de chegar até aqui, poder fazer o que acreditamos e de termos tido força e sorte de conseguirmos enfrentar os desafios até agora. Estamos em um momento de muita gratidão ao universo e as pessoas que nos rodeiam! Rumo aos 30!

Fechamos o ano com chave de ouro, sendo citados pelo jornal O Globo como um dos trabalhos mais interessantes  apresentados no Rio de Janeiro em 2017. E a alegria foi ainda maior, quando uma onda de carinho, entusiasmo,  positividade e  companheirismo liderada por amigos da comunidade artística de Brasília e também de outros estados nos atingiu no momento que compartilhamos esta notícia no facebook! Foi bom demais sentir essa vibração toda conosco com tantas curtidas e cometários carinhosos de reconhecimento e torcida pelo nosso trabalho !  Só podemos agradecer  e desejar a cada um o dobro!

Aproveitamos neste segundo dia do ano de 2018 para agradecermos todo o ano de 2017 que foi pleno de realizações! Estamos num momento maravilhoso da Companhia! De Carne e  Concreto - Uma Instalação Coreográfica tem viajado bastante, com uma receptividade que nos emociona e impulsiona. Já temos vários convites para novas participações em festivais, pesquisamos durante o ano todo e estrearemos um novo trabalho em breve e lançaremos também um livro ! O elenco está de férias e volta dia 8, as aulas do núcleo de formação A.S.Q. voltam só em fevereiro depois do carnaval, mas o trabalho de base e de  escritório corre focado e intenso! A Companhia vai de vento em popa!

E por isso desejamos a todos bons ventos neste ano que inicia!
Viva 2018!





27/12/2017

De Carne e Concreto da Anti Status Quo citado no O Globo de hoje, como um dos mais interessantes trabalhos apresentados no Rio de Janeiro,na retrospectiva de dança 2017 ! Confira!



Trecho que menciona nosso trabalho dentro da programação do Festival Panorama:

...O Panorama teve que se reformular, com uma programação mais enxuta, mas mesmo assim seguiu oferecendo alguns dos mais interessantes trabalhos vistos por aqui neste ano: o solo “Dança macabra”, da carioca Laura Samy; “Dança anfíbia”, da alagoana Cia. dos Pés; “De carne e concreto — Uma instalação coreográfica”, da Antistatus Quo Companhia de Dança, de Brasília; Vera Sala com o solo “Procedimento 2 para lugar nenhum”; Key Zetta com “Sim”; e “Ó”, de Cristian Duarte e companhia.


Leia o texto na íntegra: https://oglobo.globo.com/cultura/teatro/2017-na-danca-ano-de-resistencia-de-reinvencoes-22230000#ixzz52V80EZ8p 

15/11/2017

Crítica sobre os trabalhos apresentados no Festival Panorama 2017 no O globo. Confira o que escreveram sobre a Companhia!


Matéria no O Globo do dia:12/11/2017


Trecho:

"No Centro de Artes da Maré, na favela de Nova Holanda, foi a vez de conhecer “De carne e concreto – Uma instalação coreográfica”, trabalho de fôlego da Antistatus Quo Companhia de Dança, grupo de Brasília. Foram mais de duas horas do público às voltas com uma experiência performática nem sempre fácil ou agradável mas, ao mesmo tempo, cheia de camadas reveladas aos poucos, sem perder a intensidade..."

Por Adriana Pavlova

05/11/2017

Saiu no O Globo! Anti Status Quo no Festival Panorama!


Saiu no jornal O Globo! Anti Status Quo no Festival Panorama nesta quinta-feira,  dia 9 de novembro, as 17 h, no Centro de Artes da Maré no Rio de Janeiro! Entrada franca, mas com ingressos limitados!

Trechos:


"— Este ano, é como se fosse a 25ª edição + 1, porque criamos um ponto extra nessa caminhada, o Panorama.br, que reunirá dez companhias brasileiras. Essa plataforma servirá como uma vitrine, que mostrará o que de melhor está sendo gerado no Brasil, para o mundo — conta o diretor executivo do festival, Renato Saraiva."

Leia mais nos dois links :


https://oglobo.globo.com/cultura/panorama-chega-26-edicao-com-formato-renovado-22029227

https://oglobo.globo.com/rioshow/festival-panorama-chega-26-edicao-22024532


 



30/10/2017

Saiu hoje no Correio Brasiliense sobre a Anti Status Quo Companhia de Dança




Trecho da reportagem:


"Luciana Lara é um dos nomes mais fortes da dança contemporânea de Brasília e trabalhou por 28 anos ininterruptos como diretora e coreógrafa da Anti Status Quo Companhia de dança. A artista destaca que Brasília tem o potencial artístico e humano para ser um cenário forte de dança contemporânea, com tradição na vanguarda criativa. Para ela, a dança contemporânea é uma arte que nada contra a maré. “Em tempos de velocidade, capitalismo selvagem, neoliberalismo e a moda da ideia de empreendedorismo cultural como salvação e arte como produto, garantir continuidade, experimentação e pesquisa em dança parecem ideias surreais, irreais, mas muito necessárias para o nosso desenvolvimento artístico e cultural”.


A abertura do Centro de Dança de Brasília, um antigo espaço de desenvolvimento, troca entre gerações e apresentações, é esperada com ansiedade pela bailarina e coreógrafa. O trabalho mais recente da Anti Status Quo, chamado De carne e concreto – uma instalação coreográfica, tem viajado para se apresentar em diversas regiões do país, como a abertura do Festival Vivadança, em Salvador. Para Luciana, levar o trabalho para outras cidades e países por meio de festivais de artes cênicas ou turnês, coloca o trabalho em perspectiva.


Além de difundir e ampliar o alcance público do trabalho, a experiência é um momento de amadurecimento. A exposição do trabalho em diferentes contextos daquele em que foi produzido pode revelar novas dimensões e repercussões de seu impacto artístico, além de fomentar a autocrítica. O grande desafio é ampliar constantemente o interesse de diferentes espectadores, permitindo que um público maior tenha acesso aos trabalhos de qualidade produzidos no Distrito Federal."